Planejamento Estratégico

Blog sobre Planejamento Estratégico Orientado a Resultados

Neste site você irá encontrar um amplo acervo de informações sobre Administração e Gestão. Você irá conhecer os principais modelos, métodos e teorias administrativas. Abaixo você pode conhecer os temas trabalhados, e os últimos artigos publicados de cada área Abaixo você pode conhecer os temas trabalhados, e os últimos artigos publicados de cada área.

TEDxCidadeMorena – Educação e Transpiração

Em 11 de Agosto de 2012, palestrei no evento TEDxCidadeMorena, que tinha como tema principal a educação.

Assista o vídeo abaixo:


Categoria: Outros | 24.janeiro.2013 | sem comentários | Comentar



Planejamento Estratégico para Startups

No mundo das startups muitos empreendedores que nunca se relacionaram com administração de negócios aprendem rápido como criar um Business Model Canvas e param por ali. Tudo o que foi definido nos posts-its acaba indo pra alguma gaveta ou e-mails antigos da empresa e aos poucos os planos definidos vão se apagando. A falta de experiência dos empreendedores muitos vezes resultam em uma equipe cheia de ânimo para fazer acontecer mas com pouca gestão para atingir seus objetivos.

Neste artigo vamos abordar algumas dicas práticas para transformar seu Business Model Canvas em um planejamento estratégico eficaz para acelerar a produtividade da sua equipe. Confira:

1º Passo – Análise interna

Qual é a proposta de valor a sua startup? Como vocês executam esta proposta diariamente? No ContaAzul nossa proposta é facilitar a gestão das micro e pequenas empresas no Brasil e diariamente trabalhamos para manter isto no DNA da Empresa. Desde a interface do nosso sistema até a maneira como respondemos nossos clientes no twitter o nosso foco está em ser gentil e facilitar ao máximo a interação do usuário com a equipe de atendimento para resolver qualquer problema.

Muitas startups no Brasil que saem do papel possuem uma força muito grande na área técnica e quando estão focadas no código deixam de lado a prática dos valores da empresa. Tente ter um time equilibrado, Não acredite que apenas ter um bom software vai levar sua startup até o pico do sucesso. Se não conseguir sócios complementares busque advisors que possam te ajudar em áreas específicas como marketing, vendas e finanças.

2º Passo – Análise de indicadores de desempenho (KPIs)

Quais são os fatores que indicam que sua empresa está crescendo? Nesta etapa você deve se focar apenas em fatores quantitativos como número de visitas no site, taxa de conversão, custo de aquisição de clientes. Cada pedaço do Business Model Canvas possui seus indicadores de desempenho específico, vamos explorar dois deles para exemplo:

Parceiros Chave

- Quantos parceiros-chave vocês possuem? Isso cresceu ou diminiu desde o início do seu projeto?

- Qual é o retorno de cada parceiro chave para empresa? Deixe claro na negociação se o retorno virá em número de visitas para o seu site, geração de leads ou indicação de clientes. Sempre acompanhe estes números para saber se a parceria está indo bem ou deve ser revista

- Qual é o custo de manter cada parceiro chave? As propostas de parceria geralmente não possuem custo direto, mas indiretamente podem gerar gastos pois tomam horas produtivas da sua equipe, logo, trate de anotar quantas horas você da atenção para o seu parceiro chave.

Canais de distribuição

Quantos são seus canais de distribuição online e offline?

Qual é o custo de manutenção dos canais online? Qual é o retorno deles em relação ao número de clientes? Por exemplo, você pode contratar uma assessoria de imprensa e medir o impacto do trabalho dela no seu site e cruzar este resultado com o de uma campanha de mesmo valor no Facebook.

Para a presença em eventos e palestras, considere o networking como um indicador e comece a medir quantos cartões de visitas distribuiu e quantas potenciais parcerias você construiu ali. Já vivenciei casos onde conversar com a pessoa certa pode te dar muito mais retorno do que 10 mil reais investidos em mídia.

3º Passo – Construção de metas

Depois que você já definiu com a sua equipe quais são os fatores qualitativos que sinalizam o sucesso da sua startup está na hora de definir metas que você deve alcançar entre pelo menos 6 meses e 12 meses. No primeiro mês crie metas flexíveis como testes para entender o crescimento e a capacidade produtivo da sua empresa. Após a etapa de ajustes comece pra valer e não tenha medo das planilhas de Excel, elas serão suas melhores amigas na hora de registrar se as metas foram alcançadas ou não. Se for um startupeiro de verdade provavelmente vai organizar tudo em uma planilha do Google Docs de forma colaborativa com seus funcionários.

Anote as metas diariamente, acredite, vale muito mais a pena do que deixar tudo acumulado para o fim do mês. Fazer uma reunião semanal sobre o andamento das metas é uma prática que vai te ajudar a se adaptar e analisar como e porque alguma coisa deu errado.

4º Passo – Definição de funções

Organize quem vai gerenciar cada indicador de desempenho dentro da empresa. Mesmo se você estiver em apenas dois sócios e nada mais, trate de dividir o acompanhamento das metas entre os dois para ambos se manterem focados no crescimento e na produtividade da empresa. Aqui na ContaAzul já somos mais de 10 funcionários e cada gerente utiliza um painel de controle no GeckoBoard para ter uma visão geral do desempenho da empresa.

Se sua startup já tem mais de 3 funcionários, não tenha medo de delegar funções e reorganizar o que cada um faz dentro da empresa. Tome cuidado para não se tornar o carrasco das metas e converse abertamente com seus colaboradores. Cada pessoa tem um jeito único de trabalhar e produzir melhor. Construa este planejamento estratégico de forma colaborativa com todos a sua empresa, se possível, até mesmo com os estagiários.

Conclusão

Transforme seu Canvas em ações práticas para o dia a dia da empresa e envolva todo o seu time neste processo. Não tenha fé no curto prazo, seis meses depois você verá que toda a cobrança de resultados valeu a pena.

Para discutir ou trocar alguma ideia sobre planejamento estratégico para startups envie um e-mail deixe sua dúvida na Fan Page do Conta Azul , terei prazer em ajudá-lo!

O autor

João Zaratine é formado em Administração de Empresas pela Universidade da Região de Joinville (Univille) e aluno do MBA em Gestão Empresarial na FGV/RJ. Atualmente ocupa o cargo de Chief Marketing Ofice (CMO) do Sistema de Gestão de Empresas Online ContaAzul




Knowledge Assessment Methodology e a Economia da Informação

O Knowledgement Assessment Methodology (KAM), ou Metodologia de Avaliação do Conhecimento é uma ferramenta desenvolvida pelo Programa de Conhecimento para o Desenvolvimento do Banco Mundial, com o objetivo de ajudar a identificar os desafios e oportunidades que estes encontram no processo de migração para a economia baseada no conhecimento. (BANCO MUNDIAL, 2007)
Segundo o Banco Mundial (2007), o KAM consiste de 81 variáveis estruturais quantitativas e qualitativas para 132 países, que servem para avaliar sua performance nos 4 pilares da Economia da Informação: incentivos econômicos e regime institucional, educação, inovação e tecnologias da informação e comunicação. As variáveis são normalizadas em uma escala de 0 a 10, relativas aos outros países no grupo de comparação. Não é o foco deste trabalho abordar as características particulares de cada um destes indicadores, mas fica como sugestão para futuros trabalhos, fazer um levantamento bibliográfico dos 4 pilares da Economia da Informação.

Os gráficos a seguir apresentam as médias do Knowledge Economy Index (KEI) ou Índice de Economia do conhecimento para algumas regiões do mundo. A intenção é fazer um comparativo de diferentes realidades, analisando a relação do Brasil com os países do mundo, os países do G7 (representando os países desenvolvidos) e os países da África (representando os países subdesenvolvidos).

Gráfico 1: Índice de Economia do Conhecimento (KEI) para o Brasil em 2005

Fonte: Banco Mundial, 2007.

Gráfico 2: Índice de Economia do Conhecimento (KEI) para o Mundo em 2005

Fonte: Banco Mundial, 2007.

Gráfico 3: Índice de Economia do Conhecimento (KEI) para os países do G7 em 2005

Fonte: Banco Mundial, 2007.

Gráfico 4: Índice de Economia do Conhecimento (KEI) para os países da África em 2005

Fonte: Banco Mundial, 2007.

Ao analisar os gráficos pode-se perceber que, se comparado com a média mundial e a média do G7, o Brasil possui ainda indicadores muito tímidos, que os colocam em um estágio emergencial, quanto à necessidade de ações e políticas governamentais para mudar esta realidade.

Ao mesmo tempo, percebe-se que os indicadores mundiais estão bastante desequilibrados, em vários aspectos, assim como o indicador dos países africanos. No caso dos indicadores do Brasil, estes se encontram bastante nivelados, assim como os indicadores dos países do G7, que tem apenas um dado fora do padrão que é o crescimento anual do PIB, pois para países com alto PIB, o crescimento percentual é menor do que os dos países com menor renda.

Ao final, é apresentando um mapeamento do Índice de Economia do Conhecimento (KEI) pelos principais países, buscando demonstrar a distribuição dos indicadores, observando alguns padrões interessantes, como o nivelamento da América do Norte, Europa e Austrália, assim com dos países asiáticos e boa parte da América Latina, e os índices inferiores nos países africanos.

Gráfico 5: Distribuição do Índice de Economia do Conhecimento (KEI) no mundo

Fonte: Banco Mundial, 2007.

A intenção da apresentação destes gráficos é procurar levantar indicadores para quantificar a evolução da economia da informação, dando base para a pesquisa a ser realizada, que busca responder ao problema da utilização da informação como ferramenta de obtenção de vantagem competitiva.

Referência:

BANCO MUNDIAL. Programa “Conhecimento para o Desenvolvimento (K4D)”. Acesso em: 03/06/2007 às 03:36. http://info.worldbank.org/etools/kam2/KAM_page2.asp


Categoria: Artigos | 07.novembro.2011 | sem comentários | Comentar



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Categoria: Outros | 23.fevereiro.2010 | 37 comentários | Comente Também



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Categoria: Outros | 02.fevereiro.2010 | 19 comentários | Comente Também



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