Joint Ventures como forma de entrar em mercados internacionais



Investidores externos podem também formar alianças com investidores locais para criar uma joint venture, onde são partilhados a propriedade e o controle.
Kotler e Keller (2006) citam como exemplo:

• A Coca-cola e a Nestlé uniram forças para desenvolver o mercado de chá e café “prontos para beber”, que hoje em dia tem vendido grande volume no Japão;
• A Procter & Gamble formou uma joint venture com seu arquirival italiano Fater para vender fraldas no Reino Unido e na Itália;
• A Whirpool adquiriu 53% da linha branca (produtos eletrodomésticos de cozinha) da Philips para dar um salto para dentro do mercado Europeu.

Os autores dizem ainda que uma joint venture pode ser necessária (ou pelo menos desejável) por razões econômicas ou políticas. A firma estrangeira pode não possuir os recursos financeiros, físicos ou de gestão para assumir o negócio sozinha; ou o governo do exterior pode exigir a união como condição para entrada.

Até mesmo gigantes corporativos precisam de joint ventures para acessar os mercados mais difíceis. Outro exemplo citado pelos autores Kotler e Keller (2006) é o da Unilever, que para acessar o mercado de sorvetes na China, juntou forças com a Sumstar, empresa estatal chinesa de investimentos. O gerente geral da Unilever afirmaou que a ajuda da Sumstar com a incível burocracia chines foi crucial em colocar a planta de produção de sorvetes de alta tecnologia em funcionamento, em menos de 12 meses.

Kotler e Keller (2006) finalizam dizendo que a estratégia de joint venture possui alguns riscos. Os parceiros podem discordar sobre investimento, marketing ou outras políticas. Um dos parceiros pode querer reinvestir os lucros para o crescimento, e o outro pode querer distribuir mais dividendos.



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