Investimentos

Blog sobre Investimentos e Mercado Financeiro

Neste site você irá encontrar um amplo acervo de informações sobre Administração e Gestão. Você irá conhecer os principais modelos, métodos e teorias administrativas. Abaixo você pode conhecer os temas trabalhados, e os últimos artigos publicados de cada área Abaixo você pode conhecer os temas trabalhados, e os últimos artigos publicados de cada área.

Seguro Automotivo vale a pena para sua empresa?

Crise batendo na porta, e aí você olha para as linhas de despesas da sua empresa e se depara com o custo do seguro dos veículos da empresa. Bate a dúvida: Será que vale a pena manter o custo da proteção?

É preciso avaliar com cuidado – Vai depender de onde sua empresa está localizada, o quanto seus carros rodam e, claro, o quanto você está disposto a arriscar. Por exemplo, se na sua cidade o índice de acidentes, batidas e roubos de veículos são altos, é bem provável que seja um excelente investimento. A própria SUSEP, agência reguladora de seguros, disponibiliza um índice com informações relativas a roubos de carros.

Ademais, é importante também saber que, quando o seguro do automóvel é feito via empresa, ou seja, pessoa jurídica, é possível conseguir condições melhores do que para pessoas físicas – além disso, essas condições podem ser estendidas em formato de benefício para os colaboradores e até mesmo subsidiários da empresa. O seguro de cada veículo, podendo ele ser carro, moto ou ônibus, fica bem mais barato quando integrado com outros. Mas atenção: Lembre-se que, para ser configurado um seguro de frota, são necessários ao menos cinco veículos.

O prêmio ao cliente também é calculado de forma diferenciada – na maioria dos casos, é avaliado o desempenho de toda a frota, e não de cada veículo isoladamente. Ou seja, se apenas um carro ou uma parte pequena de uma frota tiver acionado o sinistro no último período, é bem provável que isso não afete de forma séria o cálculo da apólice no ano seguinte.

Se o seu objetivo é reduzir custos, existem algumas formas já consolidadas de reduzir o preço do seguro anual, como por exemplo, guardar os veículos em garagens com portão e instalar rastreadores e bloqueadores – inclusive existem diversos casos de pessoas que recuperaram seus carros graças a esses aparelhos. Analisar como é feito o cálculo do valor de seguro pode inclusive te dar mais ideias.

Vale avaliar também se não compensa mais se desfazer de parte da frota, nem que seja um ou dois veículos, do que deixar de pagar o seguro. Pode parecer um pouco radical, mas muitas empresas têm conseguido fazer isso com sucesso ao fazer aproveitamento de determinadas rotas, investir em manutenção preventiva e também integrar aplicativos de taxi e carona.

A questão é simples: Mesmo que com algum custo, o seguro garante a preservação dos ativos. Portanto, pensar em maneiras de reduzir seu custo ao invés de simplesmente cortá-lo acaba sendo uma opção mais inteligente e menos perigosa.

Se você está pensando em contratar ou apenas renovar o seguro da sua frota, saiba que hoje já existem maneiras fáceis de ter acesso aos custos e cálculos do seguro.

Nossa dica de hoje é o E-cota, uma plataforma que simula o preço da apólice em várias seguradoras, e também oferece simulações e planos para rastreamento de frotas. Recomendamos o serviço pra quem precisa de agilidade e facilidade ao lidar com seguros – isso porque a informação fornecida para a sua tomada de decisão sobre qual seguro contratar é fornecida de forma completa e imparcial, os dados pra obter o cálculo são fáceis de serem preenchidos e o serviço é grátis.23


Categoria: Tópicos Operacionais | 25.julho.2016 | sem comentários | Comentar



Controle de Estoque pode ser Estratégia

3 EXEMPLOS QUE TE FARÃO REPENSAR alguns CONCEITOS.

Você pensa em abrir uma empresa, ou até mesmo está abrindo, e está com dificuldades para organizar e implantar um bom controle de estoques?

Esse não é um problema exclusivamente seu, nem é uma dificuldade exclusiva dos iniciantes – muitas empresas com anos de existência ainda sofrem na hora de fazer o gerenciamento de seus estoques, desde o recebimento dos produtos até a entrega final ao consumidor.

Muitas organizações conseguem implantar um controle adequado após uma consultoria de governança corporativa e auditoria contábil, e assim reduzir custos e sair à frente dos concorrentes.

Mas será que estoque é mesmo uma questão de organização, processos e, se possível, redução de custos¿ Indo mais além: Quais as áreas da empresa que são diariamente dependentes de um bom fluxo do seu estoque? Responda essas perguntas e a importância da área ficará nítida.

Agora, e se eu dissesse que esse pode ser exatamente o fator X entre a sobrevivência e a morte da sua empresa? Seria exagero?

É importante percebermos que, muito além de controlar entradas e saídas, o estoque é fundamental para a operação. Definir o que vai entrar e a previsão de quanto vai sair é a primeira tarefa para começar a ter um estoque eficiente.

Para tanto, é importante analisar:

  • Quais produtos tem maior saída?
  • Quais produtos tem menor saída, mas fidelizem meus clientes?
  • Quanto tempo o fornecedor leva, em média, pra me entregar um pedido?
  • Quanto de espaço eu tenho que pode ser ocupado?
  • Qual o meu giro ideal de estoque?

Todas essas perguntas podem ser respondidas com um levantamento de dados simples, porém trabalhoso. E aí, vale a pena todo esse esforço? Vale.

 

Aqui, levantamos 3 estratégias que podem ser utilizadas ou até mesmo adaptadas à sua situação assim que você tiver conseguido responder às perguntas levantadas acima.

 

Estratégia 1: Defina seus clientes mais valiosos

Após levantar esses dados, você deve encontrar qual o mix mais eficiente de produtos pra você manter no seu estoque. Pode ser que, ao levantar esses dados, você chegue à conclusão de que vale a pena deixar de atender determinado cliente.

Isso não é loucura – às vezes, o melhor que você pode fazer pela sua empresa é focar em um nicho de mercado. Essa estratégia torna-se ainda mais crucial quando você tem mercadorias em estoque – afinal, estoque é dinheiro.

 

Estratégia 2: Variedade x Custo

Você sabia que o preço do produto ou serviço oferecido tem uma relação direta com a variedade de opções que e organização oferece ao cliente¿ Isso acontece porque cada item extra eleva os custos fixos do estoque da empresa, principalmente no caso de empresas pequenas.

Uma das estratégias utilizadas por grandes empresas hoje em dia é variar muito com pouco. Empresas como Subway e Spoleto fazem isso muito bem – o cliente tem a seu dispor uma grande variedade de combinações, ao invés de opções. Se você souber adaptar seu mercado dessa forma, conseguirá otimizar seus custos e, consequentemente, ter um preço mais competitivo sem deixar de atender determinados clientes.

 

Estratégia 3: Invista em segurança e governança corporativa

Ter um controle de estoque afiadíssimo te dará uma excelente vantagem competitiva frente aos seus concorrentes. Depois das informações necessárias levantadas, escolha um sistema robusto, instale câmeras de segurança se necessário, estude sobre governança corporativa e, principalmente, seja obsessivo com estoque.

Sabe aquele ditado de que é melhor prevenir do que remediar?

Quando se trata de estoque, cada item faz a diferença, e um controle frouxo é prejuízo na certa. Compensa mais investir em um controle preventivo do que corretivo, pois uma perda muito grande pode te deixar em apuros.

 

Conclusão

Investir no estoque como estratégia é algo que vem funcionando muito bem para várias empresas, e poderá te dar uma vantagem frente ao concorrente bem difícil de imitar.

Modelos de estimativas – diárias, semanais, mensais e anuais, inventários de itens pré-programados e gerenciamento dos mesmos podem ser encontrados na internet. Aplicativos pagos e gratuitos oferecem bastante eficácia, mas tome o cuidado de analisar qual se encaixa melhor à sua necessidade. Planilhas em Excel podem ser excelentes em auxiliar o processo.

E aí, curtiu nosso artigo?

Curta nossa página no Facebook, deixe um comentário ou então mande seu feedback contando como foi a sua experiência ao utilizar esses serviços.

 

Gostaria de saber mais sobre aumentar a receita? Confira um artigo com 22 técnicas de venda infalíveis.


Categoria: Tópicos Operacionais | 21.julho.2016 | sem comentários | Comentar



10 coisas que todas as empresas precisam saber sobre o planejamento tributário

Planejamento Tributário

Muitos empreendedoras chegam a acreditar que o planejamento tributário das empresas é mero luxo e não uma real necessidade. E ainda acham que somente grandes empresas deveriam se preocupar com isso.

 

Mas a verdade é que todas as empresas de qualquer tamanho precisam dele e incluí-lo em sua rotina. Abaixo separamos 10 coisas que todas as empresas precisam saber sobre o assunto:

 

1- Cuidado! O excesso de tributação inviabiliza muitas operações e cabe ao administrador tornar possível, em termos de custos, a continuidade de determinados produtos e serviços, num preço compatível com o que o mercado consumidor deseja pagar.

 

2- Há uma quantidade enorme de normas que regem esse sistema e é preciso conhecer muito bem cada uma delas.

 

3- Além da enorme quantidade de normas, é preciso acompanhar as mudanças que ocorrem nas mesmas.

 

4- O planejamento tributário deve ser feito em todas as etapas produtivas da empresa, seja ela Indústria, Comércio ou de Serviços, com o objetivo de maximizar o aproveitamento de créditos tributários.

 

5- O ideal é que a empresa tenha um departamento de inteligência fiscal que pode gerar uma enorme economia se trabalhar corretamente.

 

6- Apesar de ser função do administrador ter um olhar global sobre a empresa, é impossível que o mesmo tenha conhecimentos para sustentar sozinho esses conhecimentos e aplicá-los quando necessário, daí a importância de uma equipe designada para tal função, possibilitando economia.

 

7- Não somente ter um planejamento tributário, é preciso que a empresa teste sua eficácia, acompanhe os processos e verifique sua qualidade através das auditorias.

 

8- O planejamento tributário tem como objetivo a economia legal da quantidade de dinheiro a ser entregue ao governo.

 

9- Os tributos (impostos, taxas e contribuições) representam importante parcela dos custos das empresas, senão a maior dependendo do seu segmento e de como essa gestão é feito no negócio.

 

10- Um bom planejamento tributário significa representa maior capitalização do negócio, possibilidade uma série de vantagens, como menores preços, geração de novos empregos, novos investimentos, entre outros.




5 motivos para escolher um flat ao invés do hotel

Viajar, conhecer novos lugares, fechar negócios e se hospedar em lugares confortáveis e aconchegantes. A vida parece bem mais fácil do que realmente é quando se lê uma descrição como essa, não é?   Como nem sempre o cotidiano é assim, podemos tomar pequenas decisões no dia­a­dia para que pelo menos em alguns momentos as coisas sejam mais tranquilas para empresários e executivos que passam muito tempo fora de casa.   Para colaborar essa missão, pedimos ajuda de alguém que realmente entende essa situação.

Ana Paula Gallo d os Santos é gerente do setor de pré­vendas de uma multinacional de tecnologia e muitas vezes precisa passar períodos maiores em outras cidades e países para fechar negócios.   De acordo com Ana, o primeiro segredo é a estadia. A escolha de flats, seja por pouco tempo ou extended stay, é um opção mais agradável, oferecendo conforto, infraestrutura e um espaço mais intimista do que os tradicionais hotéis oferecem. A executiva nos ajudou a listar alguns motivos pelos quais escolhe o flat ou invés do hotel:

1 ­ No flat você tem mais liberdade

Quando ficamos um hotel, mesmo sendo um lugar que o tratamento seja excelente, a sensação de se estar em casa não existe. Quando procurar hospedagem, a dica é buscar indicações de amigos e colegas de trabalho sobre flats que oferecem mais liberdade, para que o cliente possa receber pessoas e ter os próprios horários, com independência para tomar o café e ir a academia, por exemplo.

2­ Aproveite ao máximo os ambientes

Ao contrário dos hotéis, flats não possuem apenas um quarto. Quando optar por um, utilize ao máximo instalações como a cozinha, sala e uma boa estação de trabalho. Isso faz com que você se sinta mais à vontade no cotidiano e nas horas de trabalho, caso precise investir algum tempo da sua noite para terminar os trabalhos do dia.

3­ Academia e piscina? Sim!

Nem tudo deve ser trabalho. Quando chega a hora do descanso, academia, sauna e piscina são sempre bem­vindos. Depois de maratonas de reuniões, é sempre bom contar com essas vantagens, além de restaurantes e bares dentro do próprio flat. Afinal, quando a estadia é longa, nada melhor que pensar na diversão e não apenas na obrigação!

4­ Localização, localização, localização

Em um flat em São Paulo, escolher bem a localização é uma obrigação. Uma boa escolha vai te livrar de algumas horas de estresse no trânsito, além de ganhar tempo e qualidade de vida no caminho até o trabalho. Aliar proximidade do escritório e boa infraestrutura do flat e da região que escolheu ficar vai resultar em um imenso ganho em sua qualidade de vida. Você vai ficar mais tranquilo, seu rendimento aumenta e os resultados aparecem com mais facilidade.

5­ Família importa!

A família, um item que poucas empresas levam em consideração, se torna um fator importante na tomada de decisão. No caso de Ana Paula, mãe da pequena Sofia, de 3 anos, a escolha do Flat para longos períodos possibilita a visita de sua filha e do marido aos finais de semana e feriados sem o acréscimo no valor da estadia, o que certamente aconteceria em um hotel. Além da independência de fazer a própria comida para o bebê e passar momentos mais intimistas e tranquilos com a família que faz toda diferença em momentos como esse.   E você, se lembra de algum motivo importante que o fez optar por um flat ao invés do hotel? Compartilhe com a gente sua experiência nos comentários! Afinal, decisões acertadas devem ser divulgadas para que todos aproveitem ao máximo suas experiências.   Agora é só arrumar as malas e pegar o avião! Bons negócios!


Categoria: Imóveis | 04.julho.2016 | sem comentários | Comentar



Meu primeiro imóvel: devo alugar ou comprar um imóvel?

A história é conhecida: vocês se conheceram, namoraram, casaram e engravidaram. Pode mudar a ordem, ou ainda os termos, mas um dos caminhos naturais é sair da casa dos pais. Nesta hora, o casal está procurando alternativas que atendam às suas expectativas de moradia, se preocupando em manter a qualidade de vida oferecida pelos pais, porém há um sério fator limitante: o bolso!!

A mesma história se aplica aos solteiros, claro, mas escolhi o casal para ilustrar o texto, e enriquecer os exemplos! Neste caso, o casal do exemplo está procurando casas para alugar em Campo Grande MS.

Na hora da escolha, um dos pontos que deixa qualquer um dividido é:

“Alugar ou comprar? Qual a melhor opção?”

A resposta não é fácil, principalmente por depender de vários fatores, alguns que dizem respeito à capacidade financeira do casal, e vão até a conjuntura econômica do país.

Calma, não é tão complicado assim, e por isso vamos falar de cada um dos fatores:

a) Conjuntura Econômica: a situação ou momento da economia do país, podem influenciar a decisão. Considerando que o artigo foi inscrito em Junho de 2016, a perspectiva da economia para os próximos anos não é muito boa. No mercado imobiliário, os preços para compra já começaram a recuar, e a perspectiva no curto prazo não é de melhora.

Isto pode significar que aquele imóvel que anteriormente estava muito caro, passou a ficar acessível para você. Ao mesmo tempo, demonstra que é uma hora boa de comprar, caso exista disponibilidade de capital, para que você ganhe com a valorização no longo prazo (mas esteja disposto a perder valor no curto prazo).

b) Programas de Apoio do Governo: seja o programa “Minha Casa, Minha Vida” do Governo do PT, ou ainda outras facilidades obtidas através da Caixa Econômica Federal, vale a pena conhecer os subsídios para os valores de entrada, e também as taxas de juros cobradas. Na maior parte dos casos, vai fazer grande diferença sua disponibilidade de capital para pagamento de uma entrada, com a grande vantagem de um incentivo (em alguns casos chegava até a R$18.000 bancados pelo Governo Federal).

Mas não podemos esquecer que esta opção incorre em pagamentos de juro ao longo de muitos anos, normalmente mais de 10.

Além disso, é importante lembrar que existem perfis socioeconômicos nestes programas, e que só são aceitos imóveis dentro de uma faixa máxima de valor, sendo normalmente ofertada para imóveis de padrão mais baixo.

c) Financiamento Imobiliário: os bancos comerciais, além da CEF, também apresentam opções de financiamento com condições de subsídios inexistentes, e com taxas de juro mais altas, mas ao mesmo tempo oferecendo acesso à valores financiados mais expressivos, e também o acesso à utilização para imóveis de valor mais alto.

d) Capacidade Financeira do Casal: também não adianta vislumbrar a compra de imóveis, mesmo com programas de Apoio do Governo, se o casal não tiver uma capacidade de investimento para tal.

No Brasil, é difícil que a classe média e baixa tenham o capital disponível para comprar o imóvel de uma só vez, principalmente nesta fase inicial da vida, e por isso existem as opções de financiamento. Porém, mesmo que o casal tenha a capacidade de comprar através do financiamento, nem sempre isso significa que é a melhor escolha.

Ok? Mas e se o casal quiser buscar opções de Aluguel em Campo Grande?

O aluguel é uma alternativa que permite atender de imediato, àqueles que não possuem uma grande (ou alguma) reserva de capital, mas precisam morar. Por apenas um pequeno percentual (normalmente entre 0,3% e 0,8% do valor do imóvel pagos todo mês, você pode usufruir do imóvel.

Mas nem tudo são flores, no aluguel o imóvel não é seu, você não pode fazer alterações estruturais sem autorização do proprietário (e se fizer ficam para o imóvel, e não para você), o contrato tem prazo para encerrar, sem obrigatoriedade de renovar contigo ao final do período, além, é claro, de um dinheiro que você paga todo mês (como um serviço), mas não sente que ele está “ficando” para você, como um patrimônio.

No final das contas, mesmo com todas as informações repassadas, continuamos com a mesma pergunta do início do texto:

“Alugar ou comprar? Qual a melhor opção?”

Como espero que tenha ficado claro aqui, não existe uma resposta única, pois depende de cada situação.

Neste caso, se for optar pelo aluguel, você deve considerar:

– É uma excelente opção para quem quer mobilidade, e não sabe ao certo se quer se firmar no bairro ou até cidade específicos
– É uma opção também para você poder guardar qualquer dinheiro que tenha, e as vezes usar parte do rendimento deste dinheiro para bancar o aluguel
– Não fazer grandes reformas ou mudanças, então tente encontrar um imóvel já mais próximo do que você gostaria, para que não desperdice investimentos
– Utilize os sites de imobiliárias e os classificados de imóveis para encontrar opções, e poder fazer uma boa escolha

Já se está optando pelo financiamento, considere:

– Tenha certeza que quer ficar pelo menos 5-10 anos neste imóvel, já que qualquer manobra de compra e venda, ou até trocar para o aluguel, vai ter altos custos de transação (taxas, impostos, corretagem, etc…)
– Procure financiamentos da Caixa Econômica Federal primeiro, principalmente se tiver subsídios (o que está mais difícil atualmente – 2016 – por conta da situação econômica do país), e juros baixos
– Cuidado ao fazer as contas do que vai pagar de juros, não utilize apenas a simulação oferecida pelo site do banco ou do gerente
– Faça esforço para dar uma boa entrada, e se puder, ao longo do financiamento, tente antecipar as parcelas, pois tudo isso diminui muito o montante de juros que você pagará ao final

É isso! Deixo aqui as informações para que você tome uma decisão informada!


Categoria: Educação Financeira | 29.junho.2016 | sem comentários | Comentar



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