Recentemente recebi uma pergunta de um leitor, e achei que a resposta simplificada, e os exemplos, pudessem servir para mais pessoas, então vamos lá:
A PERGUNTA
“Porque que nos FUNDOS DE INVESTIMENTO os juros sobem e a taxa cai?”
A RESPOSTA
Neste site você irá encontrar um amplo acervo de informações sobre Administração e Gestão. Você irá conhecer os principais modelos, métodos e teorias administrativas. Abaixo você pode conhecer os temas trabalhados, e os últimos artigos publicados de cada área Abaixo você pode conhecer os temas trabalhados, e os últimos artigos publicados de cada área.
Recentemente recebi uma pergunta de um leitor, e achei que a resposta simplificada, e os exemplos, pudessem servir para mais pessoas, então vamos lá:
A PERGUNTA
“Porque que nos FUNDOS DE INVESTIMENTO os juros sobem e a taxa cai?”
A RESPOSTA
Desde que foram regulamentados em 1993, os Fundos de Investimento Imobiliário vêm ganhando mais e mais atenção do mercado financeiro.
Para aqueles que querem se aproveitar dos retornos crescentes do segmento imobiliário, gostam da segurança (relativa) dos ativos reais, mas que não possuem o tempo ou perfil para buscar oportunidades com imóveis, ou ainda de aprender e executar o dia a dia do processo de encontrar compradores para o produto, estes fundos imobiliários aparecem como uma excelente opção.
Ainda (início de 2012) sem muitas opções nos bancos de varejo, existem empresas de gestão de investimento (Assets), que trabalham com fundos específicos, assim como empresas especializadas em investimentos imobiliários, que, em conjunto com grandes e pequenas incorporadoras espalhadas pelo Brasil, tem trazido para o mercado financeiro cada vez mais produtos de investimento, em praticamente todo o país.
Muitas pessoas que se perguntam: “Como investir em imóveis?“, principalmente aquelas que não possuem capital para financiar uma operação imobiliária, encontram nos fundos de investimento imobiliário a
Mais recentemente (regulamentadas em 2004), surgiram também as Letras de Crédito Imobiliário, que são enquadradas como investimentos de Renda Fixa, mas que ajudam a financiar, a um menor custo para as incorporadoras, dando liquidez a este mercado, e abastecendo as opções dos gestores de renda fixa.
E falando-se em liquidez, esta é uma das grandes diferenças entre os fundos de investimento imobiliário e os fundos de renda fixa, de que o prazo de resgate é pré-determinado, ou pode ocorrer caso exista um investidor querendo comprar as quotas, o que caracteriza uma menor liquidez do que os fundos de investimento tradicionais, porém, por ter este gatilho de uso do mercado financeiro ou balcão, são mais líquidos que o investimento direto em imóveis.
A fiscalização por parte da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ajuda a trazer transparência e segurança para o investidor, já que as transações, captação e execução são todas fiscalizadas.
Recebi uma pergunta muito comum de uma leitora, e achei interessante dividir com vocês! Ela estava elaborando uma planilha para cálculo do VPL, com a intenção de analisar a viabilidade de abrir um restaurante, e não entendeu a “tal da” Taxa de Desconto (ou Taxa Mínima de Atratividade).
Esta taxa tem a intenção de servir como uma taxa de risco, e ela é sempre o fator determinante do cálculo, pois, dependendo de quanto você mexer nela, consegue praticamente o resultado que quiser na avaliação de um investimento (uma empresa, um contrato, etc…).
Não há uma medida de risco que seja exatamente simples de entender, como uma nota de 0 a 10 ou um percentual, então foi criada a lógica da taxa de desconto, que pode ser explicada mais ou menos assim:
Debora tem R$10.000 no colchão, que hoje permite que ela compre 1.000 Big Macs.
Ano que vem, com a mesma grana, ela só conseguirá comprar 950 Big Macs (“Olá, eu sou a inflação de 5%!”).
Para não cair nesta roubada, ela resolve investir o dinheiro, para que este possa “render”. Como ela é muito medrosa (no mercado financeiro, conhecida como “avessa ao risco“), ela vai investir todo o seu dinheiro na poupança. Opa! Então ano que vem ela vai ter R$10.800. Oba! 1.080 Big Macs? Não, 1.026, por que ainda temos a inflação.
Investir significa fazer uma aposta no retorno futuro, mas cada um avalia e decide o risco que pode (ou quer) correr.
O Breno é mais agressivo, e quer muitos Big Macs, então ele usa os seus R$10.000 e aplica tudo na Bolsa de Valores. Ano que vem ele poderá ter R$8.700, no próximo ano pode subir para R$10.030, e no terceiro ano fica valendo R$11.664 (que é o mesmo que a Debora teria com 3 anos investidos na poupança, com a diferença que Breno quase morreu do coração no período!
Com esta explicação, espero que fique um pouco mais fácil entender o que significa a taxa de desconto na hora de avaliar o risco de se investir no restaurante. Então, para avaliar a viabilidade do investimento no restaurante, precisamos estimar (procurando dados históricos, ou ainda uma análise subjetiva), qual o risco deste negócio em relação à poupança ou à Bolsa de Valores.
Ajudou na definição do conceito? Dúvidas ou comentários?
A alavancagem financeira é uma forma de se aumentar a rentabilidade através do endividamento.
Na alavancagem financeira a empresa utiliza-se de empréstimos ou da aquisição de ativos fixos para obter um crescimento acelerado.
Numa análise mais técnica, a alavancagem financeira corresponde a proporção entre capital próprio e capital de terceiros, aplicada em qualquer operação financeira..
Abaixo segue uma Apresentação sobre Alavancagem Financeira, elaborada pelo Prof. Milton Iovine, da UFMS.
A alavancagem operacional é capacidade de uma empresa utilizar os seus ativos fixos existentes para aumentar o retorno aos acionistas.
A alavancagem operacional é o efeito de aumento do lucro operacional, através do aumento do volume produzido e vendido, sem expandir os ativos fixos.
Esta só é possível pelo fato de existirem custos fixos nas empresas, sendo uma estratégia utilizada amplamente. Na visão econômica, é o resultado direto do ganho de escala.
Abaixo segue uma apresentação sobre Alavancagem Operacional, elaborada pelo Prof. Milton Iovine, da UFMS.