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Cursos in-company: diferencial e aperfeiçoamento corporativo

Quando uma organização decide oferecer cursos dentro da própria estrutura, ela facilita a adesão massiva da equipe, por não incluir deslocamentos ou ajustes na agenda fora do escritório. Esse tipo de treinamento que pode ser de idiomas, MBA, melhoria de processos, atendimento ao cliente e tantos outros é chamado de in-company. Exatamente por estar disponível na sede da empresa, treinamentos ou cursos in-company costumam equiparar o conhecimento dentro da empresa mais rapidamente que cursos externos.

Ele pode ser oferecido pela própria empresa ou pode ser terceirizado, por exemplo, é possível contar com cursos de inglês in-company que ofereçam o serviço em São Paulo. Nesse caso, a escola de inglês em SP oferece cursos na própria sede mas também adapta a sua metodologia para aulas de inglês intensivo com foco em business, de acordo com a necessidade do cliente.

Esse modelo de treinamento pode tanto ser gratuito para o funcionário (principalmente em casos que o curso é um requisito exigido pela empresa) como contar uma pequena contrapartida (como política de incentivo para capacitação).

Ao optar por terceirizar a metodologia, a empresa contratante pode oferecer certificados aos funcionários e as capacitações podem contar pontos para o plano de carreira das equipes. Como treinamentos se dedicam ao repasse de novas ferramentas, conceitos ou técnicas específicos para cada empresa, eles devem ser personalizados, permitindo mensurar o desempenho da equipe antes e depois.

Esse formato dissemina o conhecimento para a equipe inteira praticamente ao mesmo tempo, dessa maneira, há o desenvolvimento assertivo em todos os setores para o tema abordado. Além de contribuir com a reputação da empresa, o treinamento in-company promove a interação entre a equipe e contribui para a sinergia na troca de conhecimento e o surgimento da cultura da inovação no ambiente organizacional.

Uma dúvida comum entre as empresas que cogitam capacitar os funcionários é se o investimento no conhecimento será perdido para o mercado, caso o funcionário se desligue da empresa. Não é possível justificar a falta de treinamentos com a evasão da equipe técnica, mas sim criar políticas de retenção de talentos, afinal com ou sem treinamento o profissional pode sair da empresa, mas os problemas da falta de capacitação persistirão.


Categoria: Artigos | 31.março.2016 | sem comentários | Comentar


Kenneth Corrêa possui graduação em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS - 2004) e Pós-Graduação em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV - 2006). É Diretor Comercial e de Tecnologia do Grupo WTW, à frente das empresas Gestão Ativa - Soluções Web, 80 20 Marketeria Digital, e Mais Empresas que atuam nas áreas de Desenvolvimento de Sites, SEO (Otimização para buscadores), Marketing Digital e eCommerce. Foi professor do Instituto de Ensino Superior da FUNLEC (IESF) e da Universidade Anhanguera-Uniderp, ambas em Campo Grande - MS. Possui experiência na área de Administração, atuando principalmente nas seguintes áreas: planejamento estratégico, gestão de projetos, marketing e recursos humanos.



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